Era uma vez,
então, uma menina que queria ser grande!
Todavia,
infelizmente, não comeu danoninos suficientes e não atingiu a altura que
queria. Mas, como se costuma dizer, mais vale ser uma mulher pequena e grande
mulher do que mulher grande mas pequena mulher, se é que me faço entender.
Além disso, há a vantagem de não se andar por aí as
cabeçadas, nomeadamente em semáforos! Sim, já assisti a uma cena dessas. Ia lá
o sujeito a teclar e pumba o semáforo foi ao seu encontro! Sim, sou testemunha,
a culpa foi do semáforo! O sujeito estava a andar calmamente enquanto teclava.
O semáforo é que não se desviou e pronto deu-se o acidente.
Mas voltando à história, e porque a tal menina já está
na escola, as crianças conseguem mesmo ser muito cruéis e o que fazem pode
marcar a vida da pessoa para sempre! A esta menina aconteceu… Os constantes maus
tratos pelos colegas, desprezos e a imensidão de nomes pejorativos que a menina
recebeu ao longo do seu percurso escolar marcaram-na de uma forma que estas
crianças (que provavelmente já serão adultos [pois relembro que houve um retrocesso
de alguns bons anos, tipo os filmes e novelas quando diz “anos depois”, mas
nesta história diz-se “anos antes”, há que ser diferente!] – e digo
provavelmente porque muitos podem continuar as mesmas crianças cruéis estúpidas,
mimadas e que acham que tudo cai do céu) nem imaginam!
Contudo, assim como nem tudo o que luz é ouro, no meio
de tanta desgraça há sempre quem sobreviva (ou então pensemos que enquanto uns
choram, outros enriquecem a vender lenços de papel).
Esta menina, apesar de tudo, sobreviveu e lá conseguia fazer
das suas. Ah que marota! Era uma menina incrível, arranjava sempre forma de dar
a volta por cima e muitas vezes se viu em situações caricatas. Apesar de tudo,
lutava para estar bem, mesmo que para isso tivesse de passar por alguns
inocentes “vexames”. Mas isto agora... São cenas do próximo episódio! Ups! Capítulo, ou melhor ainda, página!
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